Autoria: Zuzana FabianováO Mundial de 2026 não ficou apenas na história por ter sido o maior Campeonato do Mundo de sempre. Ficou também marcado como o torneio em que a tecnologia e a Inteligência Artificial passaram a desempenhar um papel central dentro e fora das quatro linhas. Foi o primeiro Mundial com 48 seleções, organizado em simultâneo pelos Estados Unidos, Canadá e México, com um total de 104 jogos. Mas, mais do que bater recordes, mostrou como o futebol está a evoluir para uma nova era. A Inteligência Artificial entrou em campo Durante o torneio, a IA ajudou árbitros, treinadores, jogadores e até os adeptos. O sistema de fora de jogo semiautomático combinou dezenas de câmaras instaladas nos estádios, sensores colocados no interior da bola e algoritmos de Inteligência Artificial para identificar, em poucos segundos, o momento exato do passe e a posição de cada jogador. O objetivo? Tornar as decisões mais rápidas e precisas. Ao mesmo tempo, a FIFA disponibilizou às 48 seleções uma nova plataforma de análise baseada em IA generativa, o Football AI Pro. Em vez de analisarem centenas de páginas de relatórios, os treinadores podiam simplesmente fazer perguntas como:
- Qual foi a zona onde o adversário perdeu mais bolas?
- Quem criou mais oportunidades de perigo?
- Como reagiu a defesa quando pressionada pelo lado esquerdo?







